Aleitamento Materno Parte I

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No mês das Mães, resolvi abordar uma série de assuntos voltados a um tema muito importante: o aleitamento materno, momento único divido entre mãe e filho. Afeto, carinho, olho no olho, cuidado e proteção são marcados esse período.
Para algumas mães exclusivo até os 6 meses de vida, outras vão por mais tempo.
Falar sobre amamentação é um tema bem extenso, então dividirei  dois posts, assim a informação fica clara e fácil de todas acompanharem.

O aleitamento Materno

O leite materno é completo. Isso significa que até os 6 meses o bebê não precisa de nenhum outro alimento
(chá, suco, água ou outro leite). 
Depois dos 6 meses, a amamentação deverá ser complementada com outros alimentos. Você pode continuar amamentando até 2 anos ou mais. 
O leite materno funciona como uma verdadeira vacina, protegendo a criança de muitas doenças. Além disso, é limpo, está sempre pronto e quentinho. Isso sem falar que a amamentação favorece o vinculo mãe e filho.
A produção do leite no organismo
A produção do leite varia de mãe para mãe. Em alguns casos, ela ocorre a partir da 20ª semana de gestação; em outros, apenas após o nascimento do bebê. Ambas as situações são normais. No entanto, desde o início da gestação, hormônios como o estrógeno e a progesterona, secretados pela placenta, vão preparando as mamas para o aleitamento: seus vasos sanguíneos se dilatam, elas ficam maiores e mais sensíveis.

Nas primeiras 24 horas após o parto, as mamas secretam um líquido que, dado seu elevado teor de colesterol, tem propriedades laxantes, acelera a maturação do intestino do bebê e é rico em anticorpos e vitamina A – o chamado colostro. Assim que cessa a produção de colostro, as mamas passam a liberar o leite materno.

O leite materno é um dos alimentos mais completos que existem. Sua maior fonte de energia está nas gorduras, especialmente triglicerídeos, enquanto o principal carboidrato é a lactose, fundamental na absorção de cálcio e ferro, por exemplo. Além disso, o leite materno contém altas doses de mineras, como zinco, ferro, cobre e cálcio, e vitaminas A, D, E, K, C e complexo B. Muitas dessas substâncias são provenientes do organismo da mãe, daí a importância de uma alimentação balanceada durante toda a gestação. 

Benefícios do aleitamento para a mãe e bebê

A amamentação é um momento único de cuidado e afeto, reforçando o vínculo entre mãe e filho e proporcionando aos dois uma experiência única. Mas o aleitamento materno também apresenta uma série de benefícios para a saúde da mulher e do bebê.

Para a mãe: ajuda na queima de calorias e na eliminação de parte da gordura que a mãe ganhou durante a gestação; auxilia o desprendimento da placenta, facilitando a recuperação do útero e evitando sangramento excessivo; reduz a possibilidade de desenvolver, futuramente, doenças cardiovasculares, osteoporose, câncer de mama e ovário. Além disso, a sucção estimula a secreção de prolactina, que atua também como inibidora da ovulação, atuando como um anticoncepcional natural.

Para o bebê: previne infecções gastrintestinais, respiratórias e urinárias; ajuda na prevenção das cólicas, da constipação e de alergias intestinais; auxilia no desenvolvimento dos pulmões e fortalece o sistema imunológico da criança, prevenindo alergias, obesidade e anemia; auxilia em uma melhor adaptação a outros alimentos; melhora o desenvolvimento cognitivo; a sucção ajuda no desenvolvimento da arcada dentária e das mandíbulas do bebê.

Diante de todos esses benefícios, alguma dúvida de que o aleitamento materno é indispensável e só tem a contribuir física e emocionalmente para a construção de um ambiente familiar saudável?

Beijos!!!!

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